About

English French Spain Italian
Portuguese Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

Santa Emília de Rodat

Foi aos 16 anos
que conheci Jesus Cristo.
Esse conhecimento maravilhou-me.”
Emília releu desta maneira a sua vida ao dirigir a sua autobiografia. Mas escreveu também: “Sou de uma família de santos.”Seguindo o exemplo de vários membros da sua família, em particular da avó materna, sua vida foi animada, desde a infância, por um amor a Deus e pelos pobres.
Um dia, do ano de 1815, quando se encontrava na casa de uma enferma, em Villefranche de Rouergue – França, Emília descobriu o apelo de Deus que orientou toda a sua existência: as mães e os pobres falavam-lhe de suas filhinhas que não recebiam instrução nem tinham possibilidade de conhecer Deus, pois não possuíam os meios para de lhes proporcionar o ensino.
Emília se sente tocada por Deus e funda nessa cidade um estabelecimento para dar educação cristã a essas crianças e diz: “Serei a educadora dos pobres. ” Emília ofereceu tudo a Deus, abandonou-se a Ele com uma audácia que desafiou toda prudência humana, e pos em ação esta exortação do Evangelho: “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e tudo mais lhe será acrescentado.”

"Não pensei senão nos pobres
ao fundar a Congregação

Emilia permanece fiel a esta intuição primordial durante toda sua vida: os pobres são os seus preferidos e o seu amor por eles é a medida de seu amor por Deus.
Emilia oferece tudo a Deus, abandonando-se a Ele com uma audácia que desafia toda prudência humana, e põe em ação esta exortação do Evangelho. “Procurai o reino de Deus e a sua justiça e tudo mais vos será acrescentado.”
Emilia e as suas primeiras companheiras aspiram viver uma vida religiosa, levando uma vida simples como José, Maria e Jesus em Nazaré – a Sagrada Família – uma vida humilde, pobre, vivida na fé, na fraternidade e na oração.

Rapidamente se diversificam as formas de empenho junto aos pobres, porque Emilia e as suas irmãs demonstram sempre atenção para com os mais desfavorecidos e o seu amor de caridade torna-se inventivo: visita pobres, enfermos, acolhe crianças e jovens deixados nas ruas enquanto os seus pais trabalham, visita e proporciona trabalho aos prisioneiros.

Emilia procurou em toda a sua vida revelar o rosto do Deus-Amor, primeiro junto às crianças das escolas e, depois, a todas as pessoas necessitadas. Eis algumas das convicções profundas que partilhou com as suas primeiras irmãs.


“Sede meigas para com as crianças, nunca as trate com dureza, mostre-lhes em todas as ocasiões um coração de mãe. Sempre que falardes às crianças ou a qualquer outra pessoa,
fazei-o com doçura.”

"É-me agradável pensar que, espalhadas pelas cidades, vocês fazem de tudo para dar a conhecer e amar o melhor de todos dos mestres."
“Imitadoras do Mestre divino o vosso coração deve transborda de caridade e de compaixão
pelas infelizes vitimas das paixões humanas. Essa caridade se revelará em todas as vossas palavras, em todas as vossas ações. Tereis por cada uma delas uma sensibilidade de mãe
e dedicareis os vossos cuidados as que sofrem as maiores carências."
“Regozijo-me que o bem seja feito e que Deus seja conhecido e amado.”